Serv Água ABC

Serv Água ABC A Serv Água ABC é especializada em transporte de água potável em caminhões pipa.

Distribuímos água 100% potável, sempre se preocupando com a responsabilidade ambiental, respeitando o meio ambiente.

25/07/2014

Crise na Cantareira atrasa investimentos da indústria em SP

Embora a situação preocupe empresários, comércio e serviços ainda não tomaram providências para um possível racionamento, enquanto setor produtivo busca alternativas
No fim do verão, quando ficou claro que as águas de março dificilmente levariam o Sistema Cantareira a níveis normais para a época do ano, o empresário Maurício Colin já imaginou que o pior estaria por vir.
À frente da Daicast, uma indústria de fundição em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, Colin decidiu já fechar um contrato com uma fornecedora de caminhões-p**a. Seu processo produtivo depende do fornecimento de água para resfriamento das máquinas, caso contrário, não há atividade na fábrica.

Alex Falcão/Futura Press
Reservatório do Sistema Cantareira, principal fornecedor de água para a cidade de São Paulo, tem terra rachada e já usa o volume morto

O empresário parecia estar antevendo o cenário de Guarulhos hoje. “Já há racionamento em bairros alternados. Estamos muito próximos de um racionamento em todo a cidade”, lamenta. A Daicast usa, em média, 3,2 mil metros cúbicos (litros) de água por mês. Com a redução de vazão em 400 litros por segundo, sua iniciativa garante a produção – mas custa caro.
São cerca de R$ 40 mil mensais investidos no caminhão-p**a que a empresa recebe diariamente – isso por que o contrato foi fechado no começo do ano, quando ainda não havia uma crise de fato instalada. “Já tem colegas do setor com dificuldades para conseguir caminhões-p**a por aqui”, conta.
A falta de fornecimento é a gota d’água para a indústria, que vive um 2014 difícil – a desaceleração da economia, a queda na produção industrial, a perda de dias úteis com a Copa do Mundo e as expectativas eleitorais que já vinham tirando o sono dos industriais. A escassez de água era o que faltava para Colin suspender os investimentos em ampliação na fábrica. “Tive de segurar isso e absorver o custo do fornecimento de água, não está dando para aumentar os preços”, diz.
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Segundo levantamento recente do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (SP), a possibilidade de falta de água preocupa 67% das empresas – metade das de grande porte teria de parar a produção diante de um corte no fornecimento.
Rafael Cervone, presidente Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), lembra que a suspensão da análise dos pedidos de aumento de captação de água também tem segurado os investimentos. “Todos os setores são atingidos, entretanto, alguns são mais impactados, como os de alimentos, bebidas, químico, têxtil e papel/celulose, entre outros”, comenta.
iG Paulista
Sistema Cantareira está usando volume morto desde o mês de maio
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Falta de água já era prevista
Não foi só Colin que já esperava um problema com o fornecimento. Cerca de 30% de toda a água tratada se perde em problemas infraestruturais com a manutenção. “O que mais me preocupa não é a falta de água hoje, mas a falta de obras de melhoria. Só ouvimos essa história de que não haverá racionamento, mas ninguém fala de investimento”, critica. “E se não chover no final do ano, de novo?”
Cervone, do Ciesp, explica que essa falta de cuidado dos órgãos responsáveis – entre eles, Sabesp, Departamento de Águas e Energia Elétrica e Agência Nacional de Águas – não é novidade.
“A tendência está sendo anunciada há pelo menso 10 anos”, explica. “A falta de gestão dos recursos hídricos e a falta de investimentos do setor público agravaram muito a situação.”
Comércio e serviços sofrem impacto menor
No setor de serviços, a preocupação está latente, mas não se converte em ações muito proativas das empresas. Entre os salões de beleza, por exemplo, uma circular ressaltou a importância da economia de água – e a possibilidade de ação para por aí. “Sinceramente, não há providências que possamos tomar. Não tem como mudar essa realidade”, diz Marcos Tadeu Meciano, presidente do Sindicato dos Institutos de Beleza e Cabeleireiros de Senhoras do Estado de São Paulo (Sindibeleza). São 50 mil salões de beleza formais em São Paulo.
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A Associação Brasileira dos Bares e Restaurantes (Abrasel) fez uma parceria com a Sabesp para distribuição de material informativo. “Estamos em uma campanha educacional para colocar filtro nas torneiras, reduzir o fluxo das descargas, otimizar os procedimentos de lavagem de louça e cozinha”, conta Percival Maricato, presidente da divisão paulista da Abrasel.
“O assunto é sério, as autoridades têm de tomar alguma providência, não pode faltar água em São Paulo.” Por ora, Maricato não tem conhecimento de estabelecimentos que tenham adotado os caminhões-p**a nem outras alternativas de fornecimento.
José Goldemberg, presidente do Conselho de Sustentabilidade da Fecomercio-SP explica que de fato há pouco a ser feito, a não ser economizar. “Nós temos promovido uma discussão intensa, fizemos vários eventos para discutir as conseqüências para o comércio”, diz. “Como a água tem sido abundante e barata, nunca se preocuparam com o uso racional. Agora é preciso mudar essa cultura.”

Garrafa transforma água imunda em água potável....Michael Pritchard é um expert em tratamento de água que resolveu fazer...
24/06/2014

Garrafa transforma água imunda em água potável....

Michael Pritchard é um expert em tratamento de água que resolveu fazer algo pela população da Ásia, que na época do Tsunami estava sobrevivendo de forma precária, tal como nos EUA depois do furacão Katrina, que desvastou diversas cidades. Ele criou o LifeSaver, uma garrafa capaz de filtrar todo tipo de água, mesmo a mais imunda ou contaminada. E o melhor: já é uma realidade, não é um projeto piloto. O produto já é comercializado para o mundo inteiro, inclusive com a opção de "garrafas - irmãs" onde em cada garrafa que você compra, uma outra vai para uma comunidade necessitada.

Disponibilidade e distribuiçãoEmbora o Brasil seja o primeiro país em disponibilidade hídrica em rios do mundo, a poluiç...
16/05/2014

Disponibilidade e distribuição
Embora o Brasil seja o primeiro país em disponibilidade hídrica em rios do mundo, a poluição e o uso inadequado comprometem esse recurso em várias regiões do País.
O Brasil concentra em torno de 12% da água doce do mundo disponível em rios e abriga o maior rio em extensão e volume do Planeta, o Amazonas. Além disso, mais de 90% do território brasileiro recebe chuvas abundantes durante o ano e as condições climáticas e geológicas propiciam a formação de uma extensa e densa rede de rios, com exceção do Semi-Árido, onde os rios são pobres e temporários. Essa água, no entanto, é distribuída de forma irregular, apesar da abundância em termos gerais. A Amazônia, onde estão as mais baixas concentrações populacionais, possui 78% da água superficial. Enquanto isso, no Sudeste, essa relação se inverte: a maior concentração populacional do País tem disponível 6% do total da água.
Mesmo na área de incidência do Semi-Árido (10% do território brasileiro; quase metade dos estados do Nordeste), não existe uma região homogênea. Há diversos pontos onde a água é permanente, indicando que existem opções para solucionar problemas socioambientais atribuídos à seca.

A SERV-ÁGUA TRAZ A NOTÍCIA ATÉ VOCÊ.

15/05/2014
Todos os benefícios da água já conhecemos, mas o que estamos descobrindo é o gosto amargo de sua falta e, neste momento,...
15/05/2014

Todos os benefícios da água já conhecemos, mas o que estamos descobrindo é o gosto amargo de sua falta e, neste momento, não adianta culpar São Pedro. E então quando chove, chove muito, e outros problemas, estes já mais conhecidos, como enchentes, alagamentos, perda de plantação... a lista é grande, e de novo, não adianta mandar a conta para São Pedro.
Fazemos cobranças ao governo no que, em muitos casos, esperam chegar em situações extremas para tomar providências, mas não raramente, em tempo de seca, vemos pessoas lavando calçadas, carros e desperdiçando água. E o lixo nas ruas? Ah este sim, podemos mandar parte da conta... mas quem acaba pagando somos nós mesmo.
Vamos pensar como podemos fazer para realmente não pagar um preço alto pela nossa conta, para que a água que temos disponível, de conta de tudo.
É hora de tomar consciência, fechar as torneiras e ver que a situação apertou mesmo, pois quando as coisas faltam é que a população começa a dar o devido valor. Água é o bem mais precioso do ser humano, e não devemos deixar que isso falte ao nosso dia-a-dia.

Endereço

Mauá, SP
09370-800

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