22/09/2020
Se tem uma coisa que tenho é paciência.
Percalços existem para serem superados um a um, por isso não reclamo muito.
Mas a história desse minha kombi já daria para escrever um livro de dois volumes, acreditem.
Depois de dois longo anos, quase finalizada, entendi que era hora de começar a providenciar a documentação ou seja: transferência de propriedade; transferência de localidade; mudança de cores e transformação em moto home.
Tudo muito bom, tudo muito bem...
O primeiro passo, segundo me indicaram seria fazer a vistoria no Imetro, que custa somente a bagatela de 1 mil reais.
A vistoria foi reprovada: faltou o macaco, chave de roda e o filhadaputa do macaco. Mas, vá lá, culpa minha ter esquecido esses itens que foram imediatamente providenciados.
Também mandaram retirar os faróis de milhas e as lâmpadas de led dos faróis.
Até aí tudo bem. Também foi reprovada porque foi feito a pintura e o emborrachamento em todo o assoalho da kombi, inclusive em cima da marcação da numeração do Chassi.
deram-me trinta dias para providenciar os itens reprovados senão teria que pagar nova vistoria, ou seja, mais mil pilas.
Daí começou o meu carma. E que carma. F**a ao lado do banco do carona, do motorista, debaixo do banco, ao lado da bateria. E me fizeram andar que nem um abestado.
No Youbube informava que seria na porta esquerda, ao lado do banco. Mandei retirar o emborrachamento e a pintura. Lisinho, lisinho e sem marcação de nada.
Fui atrás do latoeiro que fez a lataria da kombi e garantiu que ficava entre o motor e a bateria. Garantiu até que a levei na sua oficina (agora ele tem oficina própria) para que me apontasse a marcação. Ele se equivocou e pediu desculpas. Legal isso.
Retornei a Oficina Santos, empresa contratada para fazer a lanternagem e reclamei. Pediram um tempo para retirar os banco e tentar encontrar a numeração.
Nada de nada.
Então estava com uma Kombi modificada e com cores alteradas e, também, sem numeração de chassi.
Legal pacas.
Meio Zonzo já, fui atrás de ajuda especializada: um despachante de veículo.
Segundo eles, vamos por etapas que a coisa vai ser complicada e demorada, se não for feito corretamente.
primeiro passo: ir em uma empresa de vistoria veicular. Lá fui eu.
Bate foto daqui, bate foto de lá, motor, vidros, placa, portas, etc, etc e...etc. Não passou a vistoria.
Deus é pai.
E não passou porque?
Simples, o energúmeno aqui mandou zerar o odômetro, pois como fez totalmente o motor, entendeu de também zerar o odômetro e fim de papo.
Não teve jeito. Tive que me explicar para o Detran, que autorizou a continuidade da vistoria negativa, para iniciar o processo de remarcação do chassi.
Hoje completa 30 dias da vistoria do Imetro e pelo visto lá se vão mais mil pilas.
Haja paciência, bah...
N