IM Cargo Transportes Internacionais Ltda.

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IM Cargo Transportes Internacionais Ltda. A IM Cargo é uma empresa brasileira com atuação em logística internacional.

A Maersk e a Hapag-Lloyd começaram a transferir alguns serviços da Gemini Cooperation de volta para o Canal de Suez.Os s...
28/09/2026

A Maersk e a Hapag-Lloyd começaram a transferir alguns serviços da Gemini Cooperation de volta para o Canal de Suez.

Os serviços AE15 e AE19 foram os primeiros. Em setembro, a mudança avançou para outros quatro serviços: AE5, AE11, AE12 e ME2.

A decisão está relacionada à reavaliação das condições de segurança no Mar Vermelho, mas ainda não representa o retorno completo da operação Ásia–Europa pelo Suez. Parte da rede continua utilizando o Cabo da Boa Esperança, enquanto os armadores acompanham a evolução do cenário na região.

Ao mesmo tempo, outros fatores seguem afetando a programação marítima.

A temporada de tufões no Leste Asiático trouxe impactos para portos e operações locais, com atrasos que podem se refletir em outras etapas da cadeia. Na Europa, questões trabalhistas em terminais alemães também pressionaram as operações em portos como Hamburgo, Bremerhaven e Wilhelmshaven.

A Golden Week chinesa, prevista para o início de outubro, acrescenta outro ponto de atenção. A paralisação de fábricas e a redução das atividades durante o feriado podem alterar cronogramas de produção, reservas e embarques.

Com diferentes fatores atuando ao mesmo tempo, a programação dos serviços Ásia–Europa exige acompanhamento constante. Alterações de rota, disponibilidade de espaço, congestionamentos e mudanças nos tempos de trânsito podem afetar diretamente o planejamento das cargas.

Na IM Cargo, acompanhamos essas movimentações junto aos armadores e parceiros logísticos, avaliando alterações de rotas, prazos, disponibilidade e possíveis impactos nos embarques.

Esse acompanhamento faz parte do planejamento de cada operação e permite atualizar estratégias conforme as condições do transporte internacional mudam 🚢

O QUE REALMENTE ENCARECE UMA IMPORTAÇÃO?Quando se fala em custo de importação, é comum olhar primeiro para o valor do fr...
21/09/2026

O QUE REALMENTE ENCARECE UMA IMPORTAÇÃO?

Quando se fala em custo de importação, é comum olhar primeiro para o valor do frete. Mas o custo final de uma operação é formado por diversos componentes, e alguns deles podem pesar bastante no orçamento quando não são considerados desde o planejamento.

1. Frete internacional
O valor varia conforme modal, rota, origem, destino, tipo de carga, volume e condições do mercado. No marítimo, por exemplo, custos relacionados ao contêiner e à operação portuária também precisam entrar na análise.

2. Tributos e encargos
Impostos incidentes na importação podem representar uma parcela significativa do custo total. A classificação fiscal da mercadoria e o enquadramento tributário precisam estar corretos desde o início.

3. Taxas portuárias e aeroportuárias
Movimentação, armazenagem, manuseio e outros serviços podem gerar custos durante a passagem da carga pelo terminal.

4. Armazenagem e demurrage
Atrasos na liberação ou na retirada da carga podem aumentar rapidamente o custo da operação, principalmente quando envolvem contêineres.

5. Erros e retrabalho
Documentação inconsistente, informações divergentes ou problemas no planejamento podem provocar correções, atrasos e despesas que poderiam ser evitadas.

Por isso, analisar apenas o preço do frete não mostra o custo real de uma importação.

Um bom planejamento logístico considera a operação como um todo: origem, modal, documentação, prazos, custos envolvidos e características da carga.

É essa visão integrada que permite tomar decisões com mais previsibilidade e reduzir surpresas durante o processo de importação.

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GOLDEN WEEK: SUA CARGA ESTÁ PREPARADA PARA O FERIADO CHINÊS?A Golden Week acontece entre 1º e 7 de outubro e provoca uma...
19/09/2026

GOLDEN WEEK: SUA CARGA ESTÁ PREPARADA PARA O FERIADO CHINÊS?

A Golden Week acontece entre 1º e 7 de outubro e provoca uma redução significativa no ritmo de atividades na China. Fábricas, fornecedores, transportadoras e terminais operam em uma dinâmica diferente durante o período, o que pode afetar a programação dos embarques.

Para quem importa da China, o impacto pode começar antes do feriado. A concentração de cargas nas semanas anteriores pode aumentar a demanda por espaço nos navios, equipamentos e operações portuárias. Após o retorno das atividades, também pode haver acúmulo de pedidos e ajustes nas programações.

Por isso, deixar o planejamento para a última hora aumenta o risco de alterações nos prazos de embarque e chegada.

Antecipar pedidos, confirmar a disponibilidade de espaço, revisar a documentação e acompanhar a programação dos armadores são medidas importantes para atravessar esse período com maior previsibilidade.

Na IM Cargo, o acompanhamento da operação internacional permite identificar possíveis impactos com antecedência e ajustar o planejamento conforme as condições de origem e destino.

Se sua empresa importa da China, o planejamento da Golden Week começa antes de outubro 🗓

3 anos conectando negócios, mercados e oportunidades. 🌎Hoje a IM Cargo comemora 3 anos de história.Foram anos de trabalh...
15/09/2026

3 anos conectando negócios, mercados e oportunidades. 🌎

Hoje a IM Cargo comemora 3 anos de história.

Foram anos de trabalho, aprendizado e construção de relações que ajudaram a empresa a crescer e fortalecer sua atuação na logística internacional.

Nesse período, enfrentamos desafios, acompanhamos as mudanças do mercado e seguimos aprimorando nosso trabalho para oferecer um acompanhamento cada vez mais eficiente em operações de importação e exportação.

Essa trajetória é construída diariamente por pessoas, parceiros e clientes que fazem parte da nossa história.

Obrigado a todos que estiveram conosco nesses 3 anos 🎉🤝

A proximidade da Black Friday e do Natal deve elevar em cerca de 5% o volume de cargas importadas pelo Brasil no segundo...
14/09/2026

A proximidade da Black Friday e do Natal deve elevar em cerca de 5% o volume de cargas importadas pelo Brasil no segundo semestre, segundo projeção do Grupo Allog. Eletrônicos e eletrodomésticos estão entre as categorias que devem puxar esse movimento.

O aumento da demanda acontece em um momento em que a logística internacional segue sujeita a alterações de rotas, congestionamentos portuários, disponibilidade de navios, equipamentos e eventos climáticos. Para o importador, antecipar a operação passa a ser fundamental, principalmente quando o produto precisa estar disponível em uma janela específica de vendas.

Em cargas sazonais, poucos dias de atraso podem comprometer o abastecimento e gerar impactos diretamente sobre as vendas. Por isso, o planejamento não deve considerar apenas o transit time informado pelo armador. É necessário acompanhar a origem, a programação dos navios, os portos envolvidos e as condições previstas para a chegada ao Brasil.

Os fretes marítimos também podem sofrer oscilações com o aumento da demanda e movimentos como os blank sailings, quando viagens são retiradas da programação. A escolha do modal, portanto, precisa levar em conta prazo, valor da carga, risco de ruptura de estoque e impacto financeiro de eventuais atrasos.

Outro ponto crítico é o desembaraço aduaneiro. Documentação, licenças e declarações devem ser preparados com antecedência para evitar que uma carga liberada permaneça parada no terminal aguardando uma etapa posterior.

Na IM Cargo, o planejamento da importação considera cada uma dessas variáveis, desde a origem até a entrega final. Em períodos de maior movimentação, acompanhar a operação de perto permite identificar riscos com antecedência e buscar alternativas para preservar prazo, custo e previsibilidade.

Para quem importa visando as vendas de fim de ano, planejar cedo pode ser a diferença entre ter o produto disponível no momento certo ou perder uma oportunidade de venda. 🤝

A disputa pelo Tecon Santos 10 ganhou um novo capítulo e voltou a chamar atenção para a estrutura concorrencial do Porto...
08/09/2026

A disputa pelo Tecon Santos 10 ganhou um novo capítulo e voltou a chamar atenção para a estrutura concorrencial do Porto de Santos.

Em agosto, a Superintendência-Geral do Cade aprovou, sem restrições, a operação apresentada por MSC e Maersk envolvendo a reorganização de suas participações no Brasil Terminal Portuário (BTP). Pelo acordo, caso uma das empresas vença o futuro leilão do Tecon Santos 10, deixará sua participação no BTP para a outra.

Agora, o cenário mudou. O presidente do Cade, Diogo Thomson de Andrade, pediu que o Tribunal do órgão reavalie o caso. A preocupação está relacionada ao fato de que a autorização poderia permanecer válida por tempo indeterminado, enquanto o edital, o cronograma e as regras definitivas do leilão ainda não estão estabelecidos.

O Tecon Santos 10 está projetado para a região do Saboó, com área de aproximadamente 622 mil m², prazo contratual de 25 anos e CAPEX estimado em R$ 6,45 bilhões. O valor global do contrato chega a R$ 43,65 bilhões.

A discussão interessa diretamente ao setor de comércio exterior. A definição do operador e das condições de implantação do novo terminal terá impacto sobre capacidade, competição, infraestrutura e eficiência na movimentação de contêineres no principal complexo portuário brasileiro.

Enquanto o processo avança entre Cade, Antaq e demais órgãos envolvidos, o mercado acompanha não apenas quem poderá disputar o Tecon Santos 10, mas principalmente quais serão as regras que definirão essa disputa.

Para a logística internacional, decisões dessa dimensão podem influenciar a capacidade futura de Santos e, consequentemente, o planejamento das cadeias de importação e exportação que utilizam o porto.

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Na exportação, a documentação precisa acompanhar a operação com o mesmo cuidado dedicado à carga. Informações incorretas...
01/09/2026

Na exportação, a documentação precisa acompanhar a operação com o mesmo cuidado dedicado à carga. Informações incorretas ou divergentes podem gerar exigências, atrasos, custos adicionais e dificuldades no desembaraço.

Entre os documentos mais recorrentes está a Fatura Comercial (Commercial Invoice), que reúne os dados da operação e é utilizada no despacho aduaneiro. A Packing List apresenta os volumes e seus respectivos conteúdos, facilitando as conferências no embarque, desembarque e despacho. Já o Conhecimento de Embarque, como o BL no transporte marítimo ou o AWB no aéreo, registra as informações do transporte e da carga.

O Certificado de Origem merece uma atenção específica. Ele não é obrigatório em toda exportação. Sua necessidade depende das regras aplicáveis à operação e, em muitos casos, está relacionada à comprovação da origem para obtenção de tratamento tarifário preferencial previsto em acordos comerciais.

Por isso, a conferência documental deve considerar o produto, país de destino, acordo comercial aplicável, exigências aduaneiras e características do embarque. Também é importante verificar se as informações estão consistentes entre os diferentes documentos.

Na IM Cargo, o acompanhamento documental integra o planejamento da operação internacional, com atenção às particularidades de cada embarque e às exigências envolvidas.

Uma documentação bem estruturada reduz retrabalho, facilita os procedimentos aduaneiros e contribui para uma operação de exportação mais previsível e segura.

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No último sábado (22/08), reunimos o time da IM Cargo para um treinamento de vendas que contou com a participação das eq...
24/08/2026

No último sábado (22/08), reunimos o time da IM Cargo para um treinamento de vendas que contou com a participação das equipes de Curitiba, São Paulo e Itajaí.

Foi um momento dedicado ao desenvolvimento comercial, à troca de experiências e ao alinhamento de estratégias para o nosso dia a dia. Em um mercado de logística internacional cada vez mais competitivo, aprimorar a forma como entendemos as necessidades dos clientes e conduzimos cada negociação é parte importante da nossa evolução.

O treinamento foi conduzido por Luis Griggio (.luis), que trouxe conhecimento, experiência e diferentes perspectivas sobre vendas e relacionamento comercial.

Agradecemos ao Luis pela condução e a todo o time IM Cargo pela participação e pelo comprometimento.

Seguimos investindo em conhecimento, integração e desenvolvimento para fortalecer ainda mais a nossa operação e a forma como atendemos nossos clientes.

Obrigado a todos que fizeram parte desse dia!

Em uma operação internacional, nem toda carga pode esperar semanas por um transporte marítimo. Existem mercadorias em qu...
17/08/2026

Em uma operação internacional, nem toda carga pode esperar semanas por um transporte marítimo. Existem mercadorias em que o prazo de entrega interfere diretamente no custo, na produção ou na continuidade de uma operação. É nesse cenário que o frete aéreo ganha importância.

O modal aéreo oferece tempos de trânsito significativamente menores e pode ser uma alternativa para cargas urgentes, produtos de alto valor agregado, peças de reposição, amostras, equipamentos e mercadorias com prazo crítico.

A escolha pelo transporte aéreo, porém, não deve considerar apenas a velocidade. Peso, volume, características da carga, origem, destino, frequência dos voos e custo da operação precisam entrar na análise. Em determinadas situações, antecipar uma carga pelo modal aéreo pode evitar uma parada de produção ou reduzir perdas decorrentes de um atraso.

Outro ponto relevante é a previsibilidade. Embora fatores como condições meteorológicas, capacidade aeroportuária e restrições operacionais possam afetar o transporte, a frequência das conexões permite construir alternativas para operações que não podem depender de longos tempos de trânsito.

Por isso, o frete aéreo ocupa um papel importante dentro de uma estratégia de logística internacional. Ele não substitui o transporte marítimo, mas complementa a cadeia quando prazo e disponibilidade são fatores decisivos.

Na IM Cargo, a escolha do modal é feita considerando as características de cada operação, buscando equilibrar prazo, custo e segurança para que a carga chegue ao destino de acordo com a necessidade do negócio.

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O tufão Dolphin atingiu a costa leste da China neste domingo (9), provocando chuvas intensas e ventos fortes em uma regi...
13/08/2026

O tufão Dolphin atingiu a costa leste da China neste domingo (9), provocando chuvas intensas e ventos fortes em uma região que já enfrenta pressão sobre sua infraestrutura portuária.

Antes da chegada do fenômeno, autoridades haviam suspendido operações em terminais como Ningbo-Zhoushan e em partes do complexo de Xangai, além de restringir a navegação no rio Yangtzé e o abastecimento de embarcações.

O cenário preocupa porque este é o terceiro tufão a afetar importantes regiões portuárias chinesas em menos de um mês, depois de Bavi e Noul. No fim de junho, 10,9% da frota mundial de contêineres, equivalente a 3,72 milhões de TEUs, já aguardava atracação. Em Xangai e Ningbo, 156 navios esperavam por um berço, enquanto apenas 87 estavam em operação.

Os efeitos também chegam ao comércio exterior brasileiro. No primeiro semestre de 2026, o Brasil exportou US$ 58,3 bilhões para a China, com destaque para soja, minério de ferro e petróleo. Do lado das importações, máquinas, equipamentos, eletrônicos e veículos também podem enfrentar atrasos.

Com navios retidos por períodos maiores nos portos chineses, a disponibilidade de embarcações para novas viagens diminui. Isso pode provocar alterações de escalas, revisão de ETAs, congestionamentos e pressão sobre os custos de frete.

Para quem trabalha com transporte internacional, acompanhar esse cenário é fundamental para antecipar possíveis impactos sobre os embarques e ajustar o planejamento das operações.

A IM Cargo acompanha as movimentações de armadores, terminais e autoridades portuárias para avaliar os reflexos sobre as rotas internacionais e manter seus clientes atualizados diante de mudanças no cenário logístico 🤝

Fonte: exame.com

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