Eduardo Transportes

Eduardo Transportes Transportadora atuante nas principais regiões de Santa Catarina. A Eduardo Transportes está no mercado desde março de 1997.

Com o passar dos anos conquistou espaço no setor de transportes rápidos com eficácia e qualidade nos serviços prestados. Nossa busca constante na melhoria contínua de nossos serviços tem sido premiada, resultando em parcerias com sólidas empresas em diversos segmentos.

A Eduardo Transportes agradece por mais este ano de parceria, no qual pudemos novamente lutar juntos em busca do sucesso...
20/12/2016

A Eduardo Transportes agradece por mais este ano de parceria, no qual pudemos novamente lutar juntos em busca do sucesso. Desejamos um feliz e iluminado natal, boas festas, e um retorno triunfante em 2017.

Estamos trabalhando em sistema de plantão até 30/12/2016, com reinicio imediato em 02/01/2017.

A espectativa do economista Armínio Fraga é que, apesar do cenário global, o Brasil cresça mais no segundo semestre do q...
22/06/2012

A espectativa do economista Armínio Fraga é que, apesar do cenário global, o Brasil cresça mais no segundo semestre do que no primeiro. Leia mais:

O economista Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e sócio da Gávea Investimentos, acredita que a economia brasileira ganhará velocidade nos próximos meses e estará crescendo a taxas próximas de 4% "na ponta", no fim do ano. Ele não faz nenhuma previsão, no entanto, sobre o desempenho do PIB...

10/01/2012

Lei federal autoriza criação de pedágio urbano por prefeituras
Ter, 10 de Janeiro de 2012 09:22
BRASÍLIA - Os municípios poderão cobrar pedágio para diminuir o trânsito de automóveis, segundo a Lei de Mobilidade Urbana, sancionada na última semana pela presidente Dilma Rousseff. Um dos principais objetivos é estimular o transporte coletivo e reduzir a emissão de poluentes.

A nova lei autoriza a cobrança de tributos pelo uso da infraestrutura urbana, "visando a desestimular o uso de determinados modos e serviços de mobilidade". A receita gerada pelo pedágio ou outra forma de tributação deve ser destinada ao transporte coletivo, como a concessão de subsídio público à tarifa. O uso de bicicletas também precisa ser estimulado, segundo o texto.

As novas regras de incentivo ao transporte coletivo podem não entrar em vigor antes da Copa do Mundo de 2014, porque os municípios têm prazo até 2015 para se adequarem a elas. As 1.663 cidades brasileiras com mais de 20 mil habitantes terão de elaborar planos de mobilidade urbana. E as cidades que não cumprirem o prazo de três anos para os planos podem ser punidas com a suspensão dos repasses de recursos federais ao setor.

Desafio. Hoje, apenas municípios com mais de 500 mil habitantes eram obrigados a ter planos de mobilidade e nem todas as 38 cidades com esse perfil têm políticas para o setor. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) alerta que "fazer a lei pegar" é um dos principais desafios da Lei de Mobilidade Urbana. Atualmente, os municípios já são autorizados a subsidiar os transportes coletivos, mas o subsídio só vale na Região Metropolitana de São Paulo e nos metrôs, segundo o Ipea.

O estudo considera a lei um avanço, depois de 17 anos de debate no Congresso. Já o presidente da Confederação Nacional dos Municípios, Paulo Ziulkoski, apontou contradições nas políticas públicas. "Ao mesmo tempo em que o governo estimula a compra de automóveis para ajudar a indústria automotiva a enfrentar a crise internacional, a nova lei autoriza a cobrança de tributos para limitar sua circulação nas cidades", afirmou.

O presidente da confederação prevê que poderá ser criada uma guerra fiscal entre os municípios, com estímulo aos motoristas para que licenciem seus automóveis em cidades que tributem a circulação de carros em suas ruas. "Poderemos até questionar a constitucionalidade, porque sobre a propriedade de veículos já incide a cobrança do Imposto de Circulação de Veículos Automotores (IPVA) e poderia ser caracterizada uma dupla tributação."

Táxis. A lei também determina que os municípios fixem a tarifa máxima cobrada pelos táxis. A medida estimularia a competição por meio de descontos.

Fonte: Estadão Online

10/01/2012

Empresas de transportes seguirão ritmo da economia
Ter, 10 de Janeiro de 2012 09:19
Questões relacionadas com a economia doméstica e a retração do comércio exterior estão entre os fatores que deverão movimentar os setores no próximo ano, de acordo com o Bradesco BBI.

No segmento ferroviário, por exemplo, a instituição aposta nos negócios da América Latina logística (ALL). "A ALL deve continuar mostrando crescimento médio de 10% em termos de volume como resultado da migração do transporte por rodovia para ferrovia. Este movimento deverá continuar por pelo menos mais três anos", ressaltaram os analistas do Bradesco BBI, Edigimar Maximiliano e Luiz Peçanha.

Neste sentido, o banco de investimentos do Bradesco afirmou que a ALL deverá se manter como um importante player no mercado da América do Sul. As ações da companhia foram classificadas "outperform" (acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 16,00 em 2012.

Passando para a área de logística, a instituição destacou a Tegma, afirmando que está otimista com os negócios da companhia, diante do comportamento do mercado automotivo brasileiro.

Isso porque, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o Brasil deverá expandir sua produção doméstica de veículos em 5%, para 3,7 milhões de unidades em 2011.

Apesar disso, o Bradesco BBI espera que a Tegma diminua gradualmente sua exposição no segmento automotivo, estimando que a participação do setor na receita da empresa cairá a 60% em 2021, lembrando que em 2011 o percentual está em 78%.

"Dentre os principais riscos para a Tegma estão um possível declínio da produção de veículos e piora da economia doméstica", destacaram os analistas da instituição. Os papéis da empresa também foram classificados como "outperform" e o preço-alvo estabelecido foi de R$ 36,50.

E por fim, em relação ao setor portuário, a instituição mencionou a Wilson Sons, classificada como "market perfom" (na média do mercado), com preço-alvo de R$ 35,50. "Vemos a Wilson Sons como um caso de investimento diversificado e forte", considerou o Bradesco BBI.

Essa consideração foi feita mesmo sabendo que as companhias que operam no setor portuário podem enfrentar grandes desafios em termos de crescimento de volume com a piora das condições macroeconômicas e diminuição do comércio global.

Fonte: Brasil Econômico/Déborah Costa

07/01/2012

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-SC) encerra nesta terça-feira, 07, em Florianópolis, o programa de treinamento a que estão sendo submetidos os funcionários das Ciretrans e Citrans de todo o Estado, para adaptar-se à nova plataforma de informática do órgão de trânsito a ser implantada a p...

29/09/2011

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